Pesquisar neste blogue

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Randolfo Pereira Serzedello

 Randolfo Pereira Serzedello, Médico, Diretor de Saúde do Paraná, Deputado Estadual

"o médico que fez história em Tamandré"

recorte do Artigo no Blog COLUNA NOSSA HISTÓRIA ('clic' para ver) 


Randolfo (Randolpho) Pereira Serzedello nasceu no Rio de Janeiro em , era filho de José António Pereira Serzedello Júnior (nascido em Lisboa, Portugal) e de Cândida Pereira Serzedello (prima do pai) e neto de José António Pereira Serzedello, nascido em Serzedello, Póvoa de Lanhoso (Portugal) e empresário e político na Lisboa do Séc. XIX e foram padrinhos José Joaquim Barbosa Serzedello, primo do pai nascido em Caires, Amares, Portugal e nessa data estabelecido no Rio de Janeiro, e Rosa Pereira Serzedello, tia materna.  Primo, entre muitos outros, de Innocêncio Serzedello Correia e Bento José Barbosa Serzedello, integra a vasta família Serzedello (Pereira Serzedello) com origem no Minho, Pofrtugal e que se espalharia a partir de fins do séc. XVIII por Portugal e Brasil.

Formou-se em medicina na Academia de Medicina do Rio de Janeiro e viria a ser nomeado em 1893 Inspetor de Saúde no porto de Paraguaná, e Inspetor do Ensino também em Paraguaná até 1896. Foi nomeado Diretor do Serviço Sanitário do Estado do Paraná e foi ali Deputado Estadual. Faleceu em 20 de Março de 1919, com seria depois, em  nomeado






domingo, 9 de setembro de 2007

A segunda geração de 800, António José

Cont.
(a geração seguinte)


- António José Pereira Serzedello
casado com 
- Ana Margarida Rebelo
 filhos
 - António José Pereira Serzedello Júnior

irmãos 
- Maria Luisa Pereira Serzedello
- António Joaquim Pereira Serzedello,
              (teve vários/as filhos/as e é o que tem - até agora - a genealogia mais extensa e mais estudada)
- José António Pereira Serzedello
               (teve - pelo menos - um filho, Ant. José Pereira Serzedello Júnior)

e ainda, casada e radicada no norte,
- Marianna Cândida da Conceição Pereira Serzedello
 ……………………………………………………………
Parte da informação recolhida surge de fontes indirectas (a propósito do seu filho António José Pereira Serzedello Júnior, por exemplo); 

surge num documento de hemeroteca como Consul em Faro e ainda,
Links:
1.                               Gazeta de Lisboa - Resultado da pesquisa de livros do Google
1820 - History
Capitão da primeira Companhia*, o Tenente Antonio José Pereira Serzedelo. Capitão da quinta Companhia, o Alferes Francisco José Bebelo. ...


1.                               [PDF]
Formato do ficheiro: PDF/Adobe Acrobat
«bade Castro-Antonio Jose Pereira Serzedello. aAcabada esta leitura, que 0 nobre duque fez. «em voz alta e firme, foi elle que ofJereceu a Suas ...
www.zinoxcard.net/getPDF.aspx?path=.4/OCA/C/...pdf


sexta-feira, 31 de agosto de 2007

AJP Serzedello (pai) - Dir. Banco de Portugal

António José Pereira Serzedello

1850

Direcção do Banco de Portugal

Data de criação do BP: 1846/11/19
abaixo, Banco de Lisboa fund. 1821
Origem: fusão do Banco de Lisboa, fundado em 1821, misto de banco emissor e banco comercial, com a Companhia Confiança Nacional, instituição financeira criada em 1844. 
Assim, são accionistas "fundadores" todos os accionistas das instituições fundidas, contando-se entre eles vários elementos da família Serzedello. 

AJPS, que já estava com outros membros da Família Serzedello, entre os "fundadores do Banco de Lisboa (1820), está assim entre os "fundadores", assim como entre os primeiros Directores, tendo integrado a Direcção do BP durante duas décadas (1850 a 1871).

----------------------------------- '' ----------------------------------
assinou notas de 10 000 Réis - ch1; 18 000 Réis - ch 1; 20 000 Réis - ch 1, 2 e 3
(monografia "Assinaturas das Notas do Banco de Portugal")
----------------------------------- '' ----------------------------------
Biografia - extracto da publicação
O Banco de Portugal - Das Origens a 1914 - I Vol - Antecedentes, Fundação e Consolidação - 1821-1857
Jaime Reis
"Dando continuidade ao projecto iniciado pelo prof. Damião Peres - com a publicação, em 1971, do volume relativo ao Banco de Lisboa - e ao comemorar 150 anos de existência, esta nova edição corresponde a uma aspiração antiga do Banco de Portugal: divulgar a sua História.
Resultado de vários anos de investigação, este 1.º volume traça-nos um relato vivo da época em que o Banco surgiu e do seu percurso.
Estuda a evolução económica e política do País, durante a primeira metade do séc. XIX: o estado das finanças públicas e o Banco de Lisboa, as companhias financeiras, as revoltas sociais, a crise financeira, o nascimento do Banco de Portugal e seus primeiros anos.
De grande rigor iconográfico, este volume apresenta-se ilustrado com reproduções de gravuras da época, quadros explicativos e um anexo com as companhias financeiras de meados do séc. XIX e seus maiores accionistas."

Extrato (pagªas)






quarta-feira, 15 de agosto de 2007

JAP Serzedello - A segunda geração de 800

Cont.
(a geração seguinte)
- José António Pereira Serzedello
            (teve - pelo menos - um filho com o mesmo nome + júnior)

nascido a 11 de Junho de 1792 em Ctº de Serzedello, fº de Mª Josefa Pereira Serzedello e Manuel António Gonçalves, foram padrinhos o tio materno João António Pereira Serzedello, já estabelecido e a residir em Lisboa e sua mulher Marianna Cândida (RPP.Lanhoso, Livro 233 pag. 115V)

irmãos
- António Joaquim Pereira Serzedello,
- António José Pereira Serzedello
-
e no Norte,
- Marianna Cândida da Conceição Pereira Serzedello
  ………………………………………………………………………………………………………

2 - Sobre o “sobrinho” José António Pereira Serzedello (pai de José António Pereira Serzedello Júnior):
a) é sócio com irmãos ou primos da Serzedello & Cia,
b) mas terá igualmente os seus próprios negócios
c) em 1822 temos nota de que é membro da Sociedade Patriótica Constituição e subscritor da carta “cautelar”[1] que foi publicada em 1823

d) terá sido militar (posto de tenente ou capitão),
e) foi agraciado com a medalha da febre amarela,
f) foi agraciado com o Grau de Cavaleiro da Ordem Militar de Nª Sra de Vila Viçosa Padroeira de Portugal,
António José Pereira Serzedelo que em 27 de Setembro de 1854 foi distinguido com o Grau de Cavaleiro da Ordem de Nª Senhora de Vila Viçosa, não terá sido foi publicada a sua concessão, pelo que só na TT - no respectivo Livro de registo de mercês da Ordem (que serviu de base ao livro do Belard da Fonseca) se poderá encontrar a "oficialização" da concessão.

Já quanto à Medalha da Febre Amarela atribuída em 1857, a sua concessão foi da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa e foi aprovada em Sessão Camarária registada na respectiva Acta e publicada nos seus Anais, podendo assim mesmo ser procurada. De qualquer maneira, esta atribuição está comprovada como se poderá verificar no anexo ao artigo de falerística publicada na Universidade Lusíada, Lusíada II Série nº 3 - 2006 (cif
Paulo Jorge Estrela, Ilmº Secretário Secretário da Academia Falerística de Portugal
g) foi vereador da CML,

h) Governador do Banco de Portugal entre 1851 e 1872 (ver contrato.pdf),
i) Co-fundador (trata-se de uma refundação) em 1865 da Companhia União Mercantil, criada para assegurar ao Estado carreiras marítimas regulares entre Portugal, as Ilhas e a África Ocidental;

j) eé proprietário (armador) de navios de transporte; em 1851 são noticiadas informações a esse respeito (o lançamento do brigue “Isabel” e um acidente nesse lançamento) que mostram a auto-suficiência da Serzedello & Cia até em termos de transporte marítimo (a explorar melhor na Serzedello&Cia);

o seu filho José António Pereira Serzedello Júnior teve uma vida menos política, aparece em finais de 800 em sociedades no Brasil e na fundação com outros homens do seu tempo de um Banco no Rio de Janeiro em 1890/1891;

Links:

1823 - History
... José Antonio de Oliveira; Antonio José Gonçalves Chaves ; Antonio Joaquim Nery ; Manoel Caetano Dias ;
José Antonio Pereira Serzedello ; JoSo Henriques ...
books.google.pt/books?id=UO4vAAAAYAAJ...
Fortunato Chamiço Júnior, José Antonio Pereira Serzedello, Francisco Antonio Flores, Joaquim Henriques Fradesso da Silveira, Candido de Freitas Abreu, . ...
www.yatedo.fr/s/Joaquim%20Henriques%20Fradesso%20da%20Silveira
3. [PDF]
Formato do ficheiro: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida José António Pereira Serzedello. José António Rodrigues. Membro da Comissão de Santa Catarina. C. José Baptista Cardoso Klerk. Cirurgião ...
www.acd-faleristica.com/wp-content/.../Med-Febre-Amarela.pdf - Semelhante

José António Pereira Serzedelo. 2251. José dos Reis e Sousa. 2252. Manuel Salustiano Damasceno Monteiro. 2253. António J os é da Costa Veiga ...
www.geneall.net/P/tit_page.php?id=25144 - Em cache

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

JAP Serzedello - Boletim do Conselho Ultramarino

1857 - 1858
"Boletim do Conselho Ultramarino legislação novissima, Volume 3 0"
José António Pereira Serzedello
Carreiras marítimas para as Ilhas e para a África Ocidental;
A Criação da Companhia União Mercantil





domingo, 27 de maio de 2007

José Joaquim Barbosa Serzedello

José Joaquim Barbosa Serzedello, 

Barbosa Serzedello & Cª, Rua do Ouvidor 51, RJ

Da geração Barbosa Serzedello (Caires, Amares, anos 30 de oitocentos) o irmão José Joaquim  terá sido o primeiro a estabelecer-se no Brasil (anos 50), tendo-lhe seguido os passos pelo menos mais três irmãos, António Joaquim, Carlos Bento e Bento José. Terá contado com o apoio dos tios e primos Serzedello de Lisboa (Serzedello & Cª); de resto, a sua irmã mais velha, Teresa Maria Barbosa Serrzedello, era casada com o primo António José Pereira Serzedello Júnior. Tendo-se estabelecido no nº 51 da Rua do Ouvidor (Rio de Janeiro), o seu estabelecimento vendia drogas, químicos, loiças e vidros, mas José Joaquim fazia igualmente exportações regulares ou frequentes, sobretudo de café. O Seu negócio terá durado cerca de 10 anos, vindo a por-lhe cobro uma conspiração (acusação de estelionato, sofreu prisão preventiva de cerca de um ano, seguida de arquivamento do caso, sem julgamento, por falta de fundamentação) que na narrativa familiar era imputada ao revanchismo de um Juíz Desembargador e a documentação da época recolhida (mormente nas hemerotecas) aponta sugere de facto uma conspiração, mas que tanto poderá ter sido do dito Desembargador como também poderá ter sido urdida e sustentada por um Banco e pela Câmara de Niteroy para chamar a si os bens penhorados ao Desembargador Silva Freire. Como consequência deste nefasto caso ou não, faleceu (sem descendência) a a sua primeira mulher, Ricardina Serzedello. 

Após este persecutório episódio, José Joaquim Barbosa Serzedello regressou a Amares, casou em 1965 com Olívia da Cunha Vieira, construiu  a "Casa da Vinha" que foi a morada familiar e teve vários filhos dos quais a maior parte viria a estabelecer-se também no Brasil, designadamente, António José, José Joaquim (homónimo), Artur e Ricardina Vieira Barbosa (Serzedello).

Asiol B S

quinta-feira, 3 de maio de 2007

AJP Serzedello (pai) - Dir. Banco de Portugal II

"O credito e os bancos, estudos commerciaes"

1865

(Conflito entre o Banco de Portugal e Thomaz Bessone)
António José Pereira Serzedello / Dir Banco de Portugal





domingo, 15 de abril de 2007

As associações de Socorros Mútuos

fragmento da publicação do seguinte endereço:
http://www.prof2000.pt/users/avcultur/luisjordao/cadernalentejo/caderno03/Page017.htm


Domingos Carvalho, Mutualismo. A força do associativismo democrático., Cadernos CA, N.º 3, 1ª ed., Lisboa, Casa do Alentejo, 1998, 40 pp.

As associações de  Socorros Mútuos

"As associações de Socorros Mútuos aglutinaram especificamente as classes dos empregados do comércio e da indústria, compatíveis com um projecto baseado na solidariedade, e as mais reforçadas exercem ainda a sua acção benéfica. Sobreviveram a todos os assaltos da longa vida mutualista, não obstante as dificuldades inerentes às funções que desempenham.

Comecemos por abordar aspectos relevantes da Associação dos Empregados do Comércio e Indústria, com sede na Rua da Palma, sem desmerecer a notável trajectória da sua congénere da Rua de S. Cristóvão: falaremos, oportunamente, da sua prestigiada acção assistencial (...) 

Os pioneiros

A associação da Rua da Palma recebeu o primeiro impulso em 1853, reinava D. Maria II. Uns tantos idealistas, fascinados pelo modelo mutualista de exemplar perseverança, encetaram conversas ainda mal arrumadas e decidiram, entusiasticamente, formar a comissão pioneira. O objectivo era legalizar os fundamentos de um organismo para a defesa da classe comercial nos propósitos mais generosos: assistência no desemprego, na doença, na inabilidade, no horário de trabalho e no encerramento dos estabelecimentos ao Domingo.

A Rainha D. Maria II deu o primeiro impulso à Associação dos Empregados do Comércio e Indústria, com sede na Rua da Palma.
As diligências efectuadas tiveram uma repercussão retumbante. Daí a antipatia do patronato pela inesperada iniciativa. Mas o grupinho sentia-se coeso e «ligado» à inteligência, já possuído de noções decalcadas de experimentações associativas que, nessa época, lutavam pela emancipação das classes trabalhadoras. Precisavam, no entanto, de acalmar o patronato atemorizado e recalcitrante. Para o efeito foram destacados três caixeiros que, por sua vez, se dirigiam às lojas com exacerbadas gerências e, com exemplar subtileza, divulgavam a bondade da proposta, convidando patrões e chefes de serviço a aderirem ao movimento que, dentro do espírito dos futuros estatutos, os não rejeitaria. Como reforço, lembravam-lhes que, também eles, só tinham podido contar com a assistência da Misericórdia de precários serviços de saúde.

Estes argumentos conseguiram a moderação das hostilidades, que não conduziu, todavia, à confiança sem vigilância. Mas lá ficou a mensagem irrecusável: «independentemente das convicções individuais, a acção também se destinava a apoiar diligências no sentido de debelar as epidemias de cólera e de febre amarela que dizimavam, e não escolhiam classes, quase todos os enfermos...»

Os comissionados começaram por fixar uma quotização modesta; por isso mesmo, não tardaram as aderências que reforçaram a esperança e a alegria quase obsessiva. Foi o ponto de partida para a primeira reunião, com aspectos tranquilizadores pela segurança de meios. A reunião teve lugar na sede do «Centro Promotor de Melhoramentos das Classes Laboriosas», à Rua do Poço dos Mouros, em 13 de Novembro de 1853. Aquela colectividade, voltada para as ideias mutualistas, cedeu a sua sala para a novel associação eleger a «Mesa Provisória da Assembleia Geral». Ali foram eleitos os caixeiros Alves Sampaio, Urbano Seixas e Francisco Rodrigues e, na mesma sessão, a Assembleia decidiu proclamar os objectivos fundamentais, entusiasticamente ratificados:

– defender, em associação, princípios humanitários;
– assistência médica aos associados; assistência aos desempregados;
– instrução e descanso ao Domingo;
– respeito por horários de trabalho compatíveis;
– outros benefícios para a classe, regulamentados pelos Estatutos.

Ajudada pelo entusiasmo resultante dos primeiros passos em favor de uma causa justa, a comissão (que hoje se designaria por instaladora, em terminologia analógica), dirigiu à Câmara Municipal uma exposição baseada em dois pontos: o primeiro chamava a atenção para a injustiça da licença de abertura dos estabelecimentos ao Domingo; o segundo ponto reclamava obras para o Porto de Lisboa, cujos acessos se encontravam em progressiva degradação.

Entretanto, aceitando para o efeito as salas de organizações mutualistas, promoveram aulas de ensino médio e prático, que muito valorizaram os conhecimentos rudimentares dos aderentes.

Consequentemente, o Socorro Mútuo ganhou forma e desenvolvimento em diversos quadrantes da vida profissional. Surgiu o almejado projecto do Estatuto, expressivo nas directivas conjunturais mas incipiente na forma jurídica e que, por essa razão, mereceu generalizados reparos. Foram votadas alterações que vieram concretizar-se, por aprovação definitiva, em 5 de Novembro de 1854.

Na mesma sessão foram eleitos todos os Corpos Gerentes, cuja funcionalidade provisória teve de ser autenticada. Aqui se destacam os nomes dos presidentes dos órgãos regulamentares: Assembleia – António Serzedelo júnior; Direcção – Costa Viana (...)"
...





domingo, 8 de abril de 2007

sábado, 2 de dezembro de 2006

Sociedade Histórica da Independência - 1868

O fim da infância da Associação 1º de Dezembro de 1640.
(somando estes dois períodos, a SHIP conta 150 anos)

Sete anos após a criação da Associação e continuando a envolver praticamente todos os que logo em 1861 integraram quer a Associação, quer a 1ª Comissão Central, foi criada a Sociedade Histórica Independência de Portugal, SHIP (ou rebaptizada a Associação), cujos primeiros estatutos seriam aprovados no ano seguinte. Continuando a manter o simbolismo dos 40 conjurados, o Conselho Supremo da SHIP era composto por 40 cadeiras que em 1868 eram assim ocupadas:


Cadeira nº 1, Alexandre Herculano
Cadeira nº 2, Anselmo José Braancamp
Cadeira nº 3, António Esteves de Carvalho
Cadeira nº 4, Dr. A. J. Ribeiro Gomes de Abreu
Cadeira nº 5, António José Marques Leal
Cadeira nº 6, A. José Pereira Serzedelo Júnior
Cadeira nº 7, António da Silva Tullio
Cadeira nº 8, Ayres de Sá Nogueira
Cadeira nº 9, Conde de Almada
Cadeira nº 10, Conde de Redondo
Cadeira nº 11, Custódio Firmo Rodrigues
Cadeira nº 12, Domingos Ferreira Pinto Basto
Cadeira nº 13, Feliciano de Andrade Moura 
Cadeira nº 14, Francisco Vieira da Silva
Cadeira nº 15, Innocêncio Francisco da Silva
Cadeira nº 16, J. Augusto de Freitas Oliveira
Cadeira nº 17, João José Barbosa Marreca
Cadeira nº 18, João Daniel de Sines
Cadeira nº 19, João Luiz Moraes Mantas
Cadeira nº 20, João Ricardo Cordeiro Júnior
Cadeira nº 21, J. António Gonçalves Teixeira
Cadeira nº 22, Joaquim José Pereira Guimarães
Cadeira nº 23, José César Giurian
Cadeira nº 24, José Estevão Coelho de Magalhães
Cadeira nº 25, José Joaquim Alves Chaves
Cadeira nº 26, José Maria Chaves
Cadeira nº 27, José Maria Frazão
Cadeira nº 28, José Maria da Silva e Albuquerque
Cadeira nº 29, José Maurício Velloso
Cadeira nº 30, J. do Nascimento Gonçalves Corrêa
Cadeira nº 31, José da Silva Mendes Leal Júnior
Cadeira nº 32, Luiz Augusto Rebello da Silva
Cadeira nº 33, Luiz de Castro Guimarães
Cadeira nº 34, Luiz Fillipe Leite
Cadeira nº 35, Luiz Telles de Mello
Cadeira nº 36, L. de Vasconcellos d' Azevedo e Silva
Cadeira nº 37, Manuel Coelho Torrezão
Cadeira nº 38, Manuel de Jesus Coelho
Cadeira nº 39, Pedro Wenceslau de Brito Aranha
Cadeira nº 40, D. Sebastião Maldonado


Obras marcantes da CC-1ºD-SHIP até ao fim do séc. XIX:

"Desde a sua fundação em 1861 que a CC-1ºDº-SHIP promove as comemorações do 1.º de Dezembro de 1640, embora no seu primeiro ano não se chegassem a realizar por coincidirem com o luto nacional decretado por morte do rei D. Pedro V de Portugal.

Como obras sociais destaca-se a campanha de combate à fome em Cabo Verde (1863) e na área da edificação de monumentos erigiu as estátuas, i) ao poeta Bocage em Setúbal (1870), ii) a D. Afonso Henriques em Guimarães (1884), iii) a Luís Vaz de Camões (1867), iv) a Sá da Bandeira em Lisboa e ainda e com especial relevo , v) o Monumento aos Restauradores em Lisboa (1886).




sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

1º de Dezembro de 1640 - Comissão Central

(1861)
Fundada numa altura em que ondas iberistas ameaçariam de novo a Independência e a Soberania de Portugal, surge com o propósito de defender essa mesma independência bem como a integridade do seu património, incluindo a língua e cultura nacionais, de promover do culto do amor pela pátria, além de assegurar a comemoração das grandes datas nacionais e a preservação da dignidade de Portugal como nação livre e independente. Teve como primeiro nome (ou designação) "Associação Nacional 1.º de Dezembro de 1640" e logo na fundação nomeou a primeira ''Comissão Central 1.º de Dezembro de 1640'' que procurando trazer a este desígnio o patriotismo dos conjurados da revolução de 1640, foi constituída com o simbólico número de 40 membros (tal como foram 40 os Conjurados em 1640.

Em 1968 passaria a ser a Sociedade Histórica Independência de Portugal (SHIP) e teve os seus primeiros estatutos aprovados por decreto do Ministério do Reino datado de 1 de Dezembro de 1869.

Breve resenha da fundação
Bandeira da Restauração
A iniciativa de criação da Associação partiu de Feliciano de Andrade Moura que, distribuindo folhetos pela capital chamando à atenção dos portugueses para as atitudes anti-nacionalistas que se estavam a desenvolver em Portugal e em Espanha, por essa via reuniu um número considerável de patriotas no seu espaço na Rua Augusta, a 16 de Maio de 1861. Essa reunião foi presidida pelo próprio e foi secretariada por Brito Aranha e Joaquim António Gonçalves Teixeira e como prioridade foi decidido ajudar a comemorar com a máxima das dignidades e com maior relevo o 1.º de Dezembro de 1640.

Em 24 de Maio reuniram novamente e nessa altura foi proposto o nome de 'Associação Nacional de 1.º de Dezembro' para este movimento. A 4 de Junho, o Grémio Nacional tinha decidido juntar-se a esta associação para comemorar com maior "luzimento" o 1.º de Dezembro, que antes era celebrado erraticamente pelo país e graças a iniciativas locais avulsas.
A partir do dia 14 de Julho de 1861 decorreu uma uma eleição secreta que com uma enorme adesão - quase 3.000 votantes - decidiu o referido (e simbólico)  número de quarenta nomes de personalidades, escolhidas pelo prestígio, idoneidade e qualidades na defesa da independência e soberania do Reino entre as várias classes da sociedade lisbonense, tendo sido proposto para a presidência o mentor deste projecto, Feliciano Andrade Moura que, por modéstia e deferência, declinou em António Esteves de Carvalho, à data presidente da Câmara de Lisboa. Andrade Moura ficou com a vice-presidência.

Obras marcantes da CC-1ºD-SHIP até ao fim do séc. XIX:

"Desde a sua fundação em 1861 que a CC-1ºDº-SHIP promove as comemorações do 1.º de Dezembro de 1640, embora no seu primeiro ano não se chegassem a realizar por coincidirem com o luto nacional decretado por morte do rei D. Pedro V de Portugal.

Como obras sociais destaca-se a campanha de combate à fome em Cabo Verde (1863) e na área da edificação de monumentos, erigiu as estátuas, i) ao poeta Bocage em Setúbal (1870), ii) a D. Afonso Henriques em Guimarães (1884), iii) a Luís Vaz de Camões (1867), iv) a Sá da Bandeira em Lisboa e ainda e com especial relevo , v) o Monumento aos Restauradores em Lisboa (1886).

Lista das 40 personalidades eleitas para a 1.ª Comissão Central
(instalação e posse a 28 de Julho do mesmo ano 1861 no Palácio da Independência:
Os seus primeiros membros, por ordem alfabética):
  1. Anselmo José Braamcamp;
  2. António Esteves de Carvalho, Barão de Santa Engrácia, presidente;         
  3. António José Pereira Serzedelo Júnior;
  4. António da Silva Túlio;
  5. Aires de Sá Nogueira;
  6. Custódio Firmo Rodrigues;
  7. Feliciano de Andrade Moura, vice-presidente;
  8. Inocêncio Francisco da Silva;
  9. João José Barbosa Marreca;
  10. João Daniel de Sines;
  11. João Luís de Morais Mantas;
  12. João Ricardo Cordeiro Júnior;
  13. Joaquim António Gonçalves Teixeira;
  14. José César Giurian;
  15. José Estêvão Coelho de Magalhães;
  16. José Joaquim Alves Chaves;
  17. José Maria Frazão;
  18. José Maurício Veloso;
  19. José do Nascimento Gonçalves Correia;
  20. José da Silva Mendes Leal;
  21. Luís de Castro Guimarães;
  22. Luís de Vasconcelos de Azevedo e Silva;
  23. Manuel Coelho Torrezão;
  24. Manuel de Jesus Coelho;
  25. Pedro Wenceslau de Brito Aranha;
  26. Sebastião António Maldonado
Até ao dia  25 de Agosto, O presidente, integrou a essta lista os seguintes 12 membros,
  1. Alexandre Herculano;
  2. A. J. Ribeiro Gomes de Abreu
  3. António José Marques Leal
  4. Domingos Ferreira Pinto Basto
  5. Francisco Vieira da Silva
  6. Jacinto Augusto de Freitas Oliveira
  7. Joaquim José Pereira de Guimarães
  8. José Maria Chaves
  9. José Maria da Silva e Albuquerque
  10. Luís Filipe Leite
  11. Lourenço José Maria Boaventura de Almada Cyrne Peixoto, Conde de Almada
  12. José Luís Gonzaga de Sousa Coutinho Castelo Branco e Meneses, Conde de Redondo
A que se seguiram, na assinatura do "Manifesto" no mesmo dia de 25 de Agosto, ainda os seguintes nomes,
  1. Luís Augusto Rebelo da Silva
  2. Luís Teles de Melo
Excerto do manifesto:

Portugal, avivando e celebrando com mais solenidade o aniversário da reconquista da Independência em 1640, nem pretende ferir o pundonor da briosa nação espanhola, nossa amiga e aliada, nem ressuscitar os ódios que outrora inimizaram os dois povos convizinhos. [...] I Nenhum outro motivo inspirou aos portugueses a ideia de manifestar o seu patriotismo, determinando sem insinuação nem concerto prévio, na capital, nas províncias, em cidades e aldeias, repor na memória nacional, com a devida solenidade, o aniversário da Restauração da nossa Independência em 1640. [...I O sentimento público, assim como se moveu, de por si, a esta manifestação, há-de realizá-la com sisudeza, sem ostentações vãs, e com a circunspecção que demanda tal solenidade[...]