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quinta-feira, 1 de junho de 2006

Os "Barbosa Serzedello" no Brasil do séc. XIX II

Bento José Barbosa Serzedello (Comendador)

Primo em 1º grau dos júniores José António e António José, nasceu em Caires, Amares, Portugal (filho de Marianna Cândida Pereira Serzedello e Manuel José Barbosa) em 1832 e em 1966 consta de um assento como “comerciante” no Brasil;
Telegraficamente,
- nasceu em Caires (hoje freguesia do Concelho de Amares) em 16 Out de 1832,
- é filho de Marianna Cândida da Conceição Pereira Serzedello e de Manuel José Barbosa;
- é neto materno de Maria Josefa Pereira Serzedello e de Manuel António Gonçalves
- e paterno de Manuel José Barboza e Thereza Maria Soares.

1832 - 17 de Outº: - Foi baptizado em Caires pelo P.e Bento José Barbosa (seu tio) e teve como padrinhos o avô paterno (Manuel José Barbosa) e a irmã mais velha (Thereza Maria Barboza Serzedello, a mesma que viria a casar com o seu primo AJP Serzedello Júnior);

~1949: - Foi para o Brasil, onde já tinha familiares da parte materna e paterna;
~1860: - estabeleceu-se como empresário (comércio-distribuição) na Rua do Ouvidor, nº 39 - R.J.;
1867, Novº 22 - Foi Padrinho, junto com sua irmã Francisca Cândida, de sua sobrinha Cândida Elvira, nascida e baptizada em Amares
1867: Foi admitido como "Irmão" na Venerável Ordem Terceira da Virgem do do Monte do Carmo - RJ em 1867;

1867 - Membro dos Corpos SOciais da Sociedade de Socorros Mútuos D. Pedro V;

1869: Foi eleito "Irmão Definidor" da VOTVMC-RJ para os biénios de 1869-1870 e 1871-1872;
1869: Foi eleito "Irmão Secretário" da VOTVMC-RJ para os biénios de 1871-1872 e 1872-1873;

1868, Setº: Foi co-Fundador do Lyceo Litherário Português;

1871-73 - Eleito membro do "Conselho de Inspecção das Aulas" do Lyceo Litherário Portugues;

1869, Abr-13: feito Comendador da Ordem Militar de Nª Sra de Vila Viçosa, Padroeira de Portugal;

1872 - Publicou na Editora Perseverança de RJ o trabalho de recolha e compilação "Archivo Histórico da VOTVMC desde a sua fundação";
Decreto de 13 de Abril de 1869 (D.G. nº 133, de 16 de Junho de 1869) - pag. 739

"Comendador da Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa:


Bento José Barboza Serzedello
, Negociante na Praça do Rio de Janeiro - em atenção aos seus merecimentos e circunstâncias, e às valiosas provas que tem dado da sua exemplar caridade e dos benefícios sentimentos que o animam em auxílio dos desvalidos."

1872 - idem, "Archivo Pictórico da VOTVMC desde a sua fundação";
1880 - idem, "ordens religiosas"...

Links

1 out. 2010 ... Fecha a relação das obras, diz o comendador Serzedelo, a colocação de grades de madeira nos arcos da frente, melhoramento que teve por fim ...
rememorarte.blog.br/?p=2525 - Em cache

Mais fácil,
links para links:



quarta-feira, 31 de maio de 2006

Antº José - AJP Serzedello Júnior; Funeral, notícias fúnebres

(1883)
António José Pereira Serzedello Júnior, Fº a 23 de Abril de 1883 (56 anos)
relatos fúnebres e biográficos

Folha Nova de 20 de Maio de 1883, pagªs 2 e 3, 
   "Homenagem ao Mérito"
OCCIDENTE nº 158 de 12 de Maio de 1883 pagª 110 e 112, 
   "António José Pereira Serzedello Júnior"


FOLHA NOVA:
 "Homenagem ao Mérito

SERZEDELLO JUNIOR
Concorreram no funeral de Antínio José Pereira Serzedello Júnior grande número de seus amigos íntimos, políticos, colegas e admiradores das suas qualidades e do seu talento e muitos parentes, entre os quais algumas damos. Estavam ali representadas todas as classes, e especialmente a classe comercial. Entre as deputuções, que entravam
ni prestito, contavam-se o Conselho Geral das Alfândegas e as de todas as associações a que o finado pertencera: Comercial, Empregados do Comércio e Industria, Empregados
no commercio do Lisboa, Promotora dos melhoramentos das Classes Laboriosas, Promotora dn Industria Fabril, Primeiro de Dezembro, da Associação dos Jornalistas, do Mealheiro para as viúvas e órfãos, etc. A Associação dos Empregados do Comércio e Industria levava o seu pendão. No cemitério estavam em filas os alunos do Asylo Municipal e a respectiva bandeira.

Da porta do cemitétio para a capella pegaram nas argolas do caixão os membros da Direcção da Associação dos Empregados no Comércio e Indústria, e tomaram as borlas as damas da família Serzedello que tinham querido incorporar-se no préstito, e eram as Senhoras Dª Emília Serzedello Mendonça, Dª Carolina Serzedelo Lima, Dª Amélia Serzedello Freire, Dª Júlia Rosa Serzedello, Dª Maria Carolina Serzedello, Dª Elvira da Conceição Serzedello, Dª Laura Pereira Serzedello, Dª Adelina Carlota Serzedello, Dª Maria Ribeiro da Silva Serzedello,  Dª Amélia Freire Serzedello, Dª Emília Cecília Serzedello Mendonça e Dª CVarlota Maria Ribeiro da Silva Serzedello.

Da capella para o jazigo pegaram as argolas os parentes mais próximos do finado e as borlas os Srs. Visconde de Ribeiro da Silva, Castanhira das Neves, conselheiros Antonto
Augusto de Aguiar, Ferreira de Mesquita e Carlos Ferreira dos Santos Silva, Dr. Gabriel de Freitas A. J. Freixão Coelho, Eduardo Coelho.

Antes de entrar o féretro no jazigo falaram os Srs. Rosa Araujo, Silva Lisboa, ppresidente da Associação dos Empregados no Comercio de Lisboa; Francisco Ferreira da Costa (Guinarães, presidente da dírecçfto da Associação dos Empregados no Commercio e Industria; Alfredo P. Pinto, presidente do conselho fiscal da mesma Associação; Antônio Joaquim Leite, Ribeiro, Freixão Coelho, como vogais da Commissao Primeiro de Dezembro; O Conselheiro Carlos Santos, como presidente da Associação Commercial.
Todos os oradores se referiram às qualidades do falecido, e aos serviços que ele prestou em diversas situações, já em desempenho de comissões oficiais, já no commércio, já nas associações populares, ou como professor e orador, ou como simples sócio e membro dedicado nos corpos gerentes das ditas associações.
Sobre o féretro iam cinco coroas: da viúva do finado Serzedello Júnior, da sobrinha menor e das cunhadas que viviam em casa d’elle; da associação dos empregados no comércio e indústria; e do seu primo, amigo e sócio, Sr Augusto Serzedello, que dirigia o sahimento e recebeu a chave do caixão.

O discurso do Sr. Rosa Araújo é o seguinte: -  Meus senhores.— A Associação dos Empregados no Comércio e Indústria cumpre hoje o dolorosíssimo dever do saudar na sua derradeira passagem um dos seus mais beneméritos sócios.
O Sr.. Antônio José Pereira Serzedello Júnior, presidente desde os primeiros dias da existência da Associação, quasi sem interrupção até ao momento em que a morte nol-o veio roubar, deu á associação, que tanto se orgulhou delle, o prestígio do seu nome e a autoridade do seu saber.

Presidente no longo período de 27 annos, nós o vimos sempre zeloso no cumprimento dos seus deveres,
Escrupuloso em procurar o meio de satisfazer a todos, e quando não o podeia fazer, seguindo o caminho do que se lhe afigurava mais justo e mais em harmonia com os interesses da Associação.
Não se limitou, porém, o Sr.Serzedello em cumprir rigorosamente as obrigações do seu cargo.Para mais era sua aptidão. Nos fastos da nossa associação há paginas brilhantes e d’essas são as primeiras letras que elle gravou com letras de ouro.

Os seus estudos acerca do assuntos económicos, que elle tantas vezes expoz no seio da sociedade, foram lição proveitosa e exemplo digno de imitar-se, se não vivêssemos n'um meio em que a maior parte das vezes verdadeiras futilidades preocupem o nosso espírito, de preferência ás cousas úteis e verdadeiramente importantes….”




OCCIDENTE
.



quarta-feira, 3 de maio de 2006

AJP Serzedello Júnior - Actividade Bancária/Bancos e Casas Bancárias

(1864)
Criação de Bancos e Casas Bancárias - Parecer solic. pela ACL
relator: AJP Serzedello Júnior
Nota: cerca de 3 anos depois publicaria o livro sobre Actividade Bancária e emissão de papel moeda [1]













AJP Serzedello Júnior - A Banca Comercial Portuguesa na Crise de 1876

(1866)
"A Banca Comercial Portuguesa na Crise de 1876"
Ministro Andrade Corvo nomeia uma primeira comissão em 1866
(António José Pereira Serzedello Júnior e outros):



AJP Serzedello Júnior - Dir. Banco de Portugal

(1873) 

António José Pereira Serzedello Júnior

Direcção do Banco de Portugal - 1873 a 1878

----------------------------------- '' ----------------------------------
Assinou notas de 10 000 Réis - ch 2; 20 000 Réis - Ch 3 e 5 
(monografia "Assinaturas das Notas do Banco de Portugal")

(ch. c/assinatura dos directores Barros Gomes e Serzedello Júnior)
----------------------------------- '' ----------------------------------
Biografia - extracto da publicação
O Banco de Portugal - Das Origens a 1914 - I Vol - Antecedentes, Fundação e Consolidação - 1821-1857
Jaime Reis
"Dando continuidade ao projecto iniciado pelo prof. Damião Peres - com a publicação, em 1971, do volume relativo ao Banco de Lisboa - e ao comemorar 150 anos de existência, esta nova edição corresponde a uma aspiração antiga do Banco de Portugal: divulgar a sua História.
Resultado de vários anos de investigação, este 1.º volume traça-nos um relato vivo da época em que o Banco surgiu e do seu percurso.
Estuda a evolução económica e política do País, durante a primeira metade do séc. XIX: o estado das finanças públicas e o Banco de Lisboa, as companhias financeiras, as revoltas sociais, a crise financeira, o nascimento do Banco de Portugal e seus primeiros anos.
De grande rigor iconográfico, este volume apresenta-se ilustrado com reproduções de gravuras da época, quadros explicativos e um anexo com as companhias financeiras de meados do séc. XIX e seus maiores accionistas."





segunda-feira, 1 de maio de 2006

JAP Serzedello Júnior (primo) - Agências Marítimas 1851 (Brasil)

O Grito Nacional Nº 248, Sábado 22 de Março de 1851, pag.

José António Pereira Serzedello Júnior (primo) / Serzedello Junior e Cª

AJP Serzedello e Serzedello Jr. - Direcção do Banco de Portugal

(1851 - 1873)

Direcção / Administração do Banco de Portugal

António José Pereira Serzedello (pai), de 1851 a 1872
assinou notas de 10 000 Réis - ch1; 18 000 Réis - ch 1; 20 000 Réis - ch 1, 2 e 3
(monografia "Assinaturas das Notas do Banco de Portugal")

António José Pereira Serzedello Júnior, de 1873 a 1878
Assinou notas de 10 000 Réis - ch 2; 20 000 Réis - Ch 3 e 5 
(monografia "Assinaturas das Notas do Banco de Portugal")




sexta-feira, 3 de março de 2006

quinta-feira, 2 de março de 2006

Serzedello Correa / TCU 1893

(1893)

Inocêncio Serzedello Corrêa


Enquanto Ministro da Fazenda da Republica do Brasil fundou o Tribunal de Contas (TCU)

"Felicito o país e a República pelo estabelecimento de uma instituição que será a garantia de boa administração e o maior embaraço que poderão encontrar os governos para a prática de abusos no que diz respeito a dinheiros públicos."
INOCÊNCIO SERZEDELLO CORRÊA
(Ministro da Fazenda, ao instalar o primeiro Tribunal de Contas, em 17
de janeiro de 1893)


O "episódio" e a sua demissão:

"Como Ministro da Fazenda uma das minhas maiores realizações foi a instalação do Tribunal de Contas, pois, ao regulamentar-lhe as atribuições, estabeleci o veto absoluto a certas despesas. Por isto, começaram a aparecer atritos entre o Tribunal e os meus colegas de Ministério. Um dia, o marechal Floriano Peixoto (Presidente da República) pediu a Limpo de Abreu um lugar para Pedro Paulino, irmão de Deodoro e sogro do Marechal Hermes. Limpo de Abreu, prontamente, mandou adi-lo ao seu Ministério com um conto de réis por mês. Mas o Tribunal recusou registro da despesa, por ser ilegal o pagamento. Limpo de Abreu queixou-se ao Marechal, ouvindo esta resposta: <<São coisas do seu Ministro da Fazenda, que criou um Tribunal superior a mim. Precisamos reformá-lo>>".

 A Minha réplica: <<Superior a V. Exa. não! Quando V. Exa. está dentro da lei e da Constituição, o Tribunal cumpre as suas ordens. Quando V. Exa. se põe acima da Constituição e das leis, o Tribunal lhe é superior>>. Demiti-me com uma carta em que disse a Floriano: <<Os governos nobilitam-se obedecendo à soberania suprema da lei e só dentro dela se mantêm independentes>>”
Do livro "Páginas do Passado" do próprio SERZEDELLO CORRÊA

outras ligações:
http://www.fazenda.gov.br/portugues/institucional/ministros/rep006.asp

http://www.tce.pa.gov.br/centrodememoria/index.php/Traslado-dos-Restos-Mortais

http://www.tce.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=134&Itemid=199

http://www.itamaraty.gov.br/o-ministerio/galeria-de-autoridades/ministros/inocencio-serzedello-correa/view

http://www.tce.pa.gov.br/centrodememoria/index.php/memorial-innocencio-serzedello-correa

http://www.tce.pa.gov.br/centrodememoria/index.php/sesquicentenario-de-innocencio-serzedello-correa

http://www.casacivil.pr.gov.br/casacivil/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=24

http://portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/docs/2056848.PDF

http://www.cciex.eb.mil.br/index.php/institucional/denominacao-historica




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Antº Joaquim P Serzedello - A segunda geração de 800

Cont.
(a geração segunte)
- António Joaquim Pereira Serzedello,

(nascido a   . RPP.Lanhoso, Livro 233 pag.  )
irmãos
- José António Pereira Serzedello
            (teve um filho com o mesmo nome + júnior)
- António José Pereira Serzedello
(teve um filho com o mesmo nome + júnior)

1 - Sobre a vida pública do “sobrinho” António Joaquim Pereira Serzedello pouco pude recolher, apenas que é o avô (ou bisavô) do Heitor Vila-Lobos: a Carolina casou-se com um açoriano (Silveira Villa Lobos), foram para o Brasil e aí nasceu o Heitor.

De qualquer modo, este Indivíduo é o mais estudado genealogicamente, sendo conhecidas várias famílias, designadamente, Serzedello Netto e Netto Costa, Serzedello de Almeida, Silveiras (Villa-Lobos), Serzedello Palhares e outras.

Links:
1.                               GeneAll.net - António Joaquim Pereira Serzedelo
António Joaquim Pereira Serzedelo. * 25.05.1798. Casamentos. Ângela de Jesus Caleia * 29.12.1801. Filhos. António Carlos Pereira Serzedelo * 03.04.1829 ...www.geneall.net/P/per_page.php?id=633093 - Em cache
2.                               GeneAll.net - Francisco Calleja
Casamentos. Teresa Gertrudes de Jesus da Cruz. Filhos. Ângela de Jesus Caleia * 29.12.1801 António Joaquim Pereira Serzedelo ...www.geneall.net/P/per_page.php?id=1022895 - Em cache
1.                               Gazeta de Lisboa - Resultado da pesquisa de livros do Google
1824 - History
Antonio José Pereira Serzedello , e José Antonio Pereira Serzedello , e Antonio Joaquim Pereira Serzedello , tem estabelecido huma casa de drogas e tintas, ...
books.google.pt/books?id=R_AvAAAAYAAJ...
1.                               GeneAll.net - Francisco Calleja
Casamentos. Teresa Gertrudes de Jesus da Cruz. Filhos. Ângela de Jesus Caleia * 29.12.1801 António Joaquim Pereira Serzedelo ...www.geneall.net/P/per_page.php?id=1022895 - Em cache
2.                               GeneAll.net - Teresa Gertrudes de Jesus da Cruz
Casamentos. Francisco Calleja. Filhos. Ângela de Jesus Caleia * 29.12.1801 António Joaquim Pereira Serzedelo. Correcções / Actualizações ...www.geneall.net/P/per_page.php?id=1022896 - Em cache
3.                               GeneAll.net - João Pereira Serzedelo
Pai: António Joaquim Pereira Serzedelo * 25.05.1798. Mãe: Ângela de Jesus Caleia * 29.12.1801. Casamentos. Maria Carolina Luísa da Conceição ...www.geneall.net/P/per_page.php?id=1236515 - Em cache
4.                               GeneAll.net - Serzedelo - Serzedello
Alice Serzedelo · António Carlos Pereira Serzedelo * 1829; António Joaquim Pereira Serzedelo * 1798; Carlota Augusta Neto Pereira Serzedelo * c. ...www.geneall.net/P/fam_names.php?id=4139 - Em cache - Semelhante
5.                               Genealogia da Família SILVEIRA (Jeremias) - GeneaNet
273. o Ângela De 1801 & Antonio Joaquim Pereira Serzedelo 1798 ... 274. o Ângela Maria De & Antonio Da Silveira Morais ...gw4.geneanet.org/index.php3?b=valdenei&lang=fr&m=N&v...
6.                               Genealogia da Família SILVEIRA (Jeremias) - GeneaNet
273. o Ângela De 1801 & Antonio Joaquim Pereira Serzedelo 1798 ... 274. o Ângela Maria De & Antonio Da Silveira Morais ...gw5.geneanet.org/index.php3?b=valdenei&lang=fr&m=N&v...
7.                               Genealogia da Família SILVEIRA (Jeremias) - GeneaNet
271. o Ângela De 1801 & Antonio Joaquim Pereira Serzedelo 1798 ... 272. o Ângela Maria De & Antonio Da Silveira Morais ...gw5.geneanet.org/index.php3?b=valdenei&lang=en;m=N;v=jesus

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Antº José Vieira Barbosa (Serzedello)

(1900) 

António José Vieira Barbosa (Serzedello)

(o Brasileiro da Calle)

É o primeiro filho de de Olívia Vieira da Cunha e José Joaquim Barbosa Serzedello. Nasceu em 17 de Abril de 1866 ainda na "Casa da Cangosta" (Casa da família materna).



Tendo o seu pai negócios no Brasil, onde se estabelecera como negociante na Praça do Rio de Janeiro, além de ali estarem radicados já dezenas de familiares Serzedello há quase um século, álém do seu próprio tio paterno Comendador Bento José Barbosa Serzedello, cedo foi para o Brasil, onde se estabeleceu, vindo a acumular consideravel fortuna. Empregou parte dessa fortuna em propriedades em Amares, que visitava regularmente e porque nessas propriedades se incluia a Quinta da Calle em Caires, Amares, adquiriu o cognome de Brasileiro da Calle (ao lado e abaixo, com o feitor e caseiros da Calle, em 1912) . Em 1934/35 fez a sua última visita a Portugal e porque quase estava extinta a família cá (toda a família sobreviva estava radicada no Brasil havoa décadas), liquidou todas as propriedades, regressou ao Brasil e  faleceu cerca de 5 anos depois (~1940). Casou com Amélia Barbosa, mas faleceu (faleceram) sem descendência.






quinta-feira, 1 de setembro de 2005

Artur Vieira Barbosa (Serzedello)


(1900)
Artur Vieira Barbosa (Serzedello), n. 1879, f. em 1922
(Arthur Vieira Barbosa Serzedello)

Farmácia Moderna
Rua Senhor dos Passos, 167 - Rio de Janeiro

Oitavo filho de Olívia da Cunha Vieira e José Joaquim Barbosa Serzedello. No início de 900 foi para o Rio de Janeiro, onde estavam radicados já centenas de familiares Serzedello há quase um século, muitos deles também estabelecidos nas áreas da química e da farmácia e em ligação (e representação comercial) com o Laboratório Fábrica de Prod. Químicos dos familiares de Lisboa,  Serzedello & Cª, onde o seu próprio pai se estabelecera como negociante quase 50 anos antes, bem como o seu tio, (Comendador) Bento José Barbosa Serzedello e ainda onde estavam já, pelo menos, 3 ou 4 dos seus irmãos: António José, José Joaquim e a irmã Ricardina que viria a ser a tutora de Antónia Amélia, a sua única filha (e sobrinha daquela), em consequência dos falecimentos precoces que se iriam seguir. 
Estabeleceu-se como farmacêutico na Rua Senhor dos Passos (Farmácia Moderna de A. Barbosa).

Casou com Luisa Maria Barbosa em 1907 / 1908, e tiveram uma filha, Antónia Amélia. Tendo vindo casar a Portugal, regressou ao Brasil já com a Luisa Maria, tendo a filha Antónia Amélia nascido em 1909 no Rio de Janeiro. Em 1909 e em consequência do parto, Luisa Maria faleceu deixando órfã Antónia Amélia, com 6 meses de idade. Artur manteve-se viúvo, cuidando da educação da filha e do seu Estabelecimento, vindo ele próprio a falecer precocemente, com 41 anos de idade (1920).
Na informação recolhida (repositórios hemerotecários), as primeiras referências à actividade comercial de Artur Barbosa datam de 1904; são publicações oficiais do "Diário Oficial da União" (DOU). Ainda de acordo com os almanaques comerciais publicados entre 1900 e 1012, o seu estabelecimento - Farmácia Moderna - começou por estar instalado no nº 190 da Rua Senhor dos Passos e viria a radicar-se depois no nº 176 da mesma Rua.

Até à data do seu - precoce - falecimento em 1820, este (farmácia e correlativos) terá sido o seu modo de vida e o seu negócio.

 















quarta-feira, 1 de junho de 2005

Ricardina Vieira Barbosa (Serzedello)


(1900) 
Ricardina Vieira Barbosa (Serzedello) n.
a "Tia Ricardina" (n. 1783, f. ~ 1940)

É a 9ª filha (na ordem de nascimento) da "Casa da Vinha" (onde nasceu) e do casal Olívia da Cunha Vieira e José Joaquim Barbosa Serzedello. Nasceu em 29 de outubro de 1883 em Amares, Portugal;
foi baptizada em 6 de janeiro de 1884.

Notas do assento de nascimento:Nasceu às 8:00 AM na Casa da Vinha;
Padrinhos: José Luiz de Sousa Arantes, proprº e Felicidade Cunha Saraiva, sua mulher


Cresceu na "Casa da Vinha" e na pós-adolescência era dona de uma beleza e formosura de tal forma singulares que se tornaram proverbiais: Muitos anos após a sua ausência, ainda era referida como uma das mais belas jovens de Amares de sempre.
 
Casou por volta de 1900 com António Costa, um homem mais velho - o que, ao tempo, era normal e corrente - vizinho da "Casa da Vinha" e já estabelecido e com negócios no Brasil, tendo, em consequência directa desse casamento, ido para o Brasil nessa mesma altura, embora fosse para uma região (o Rio de Janeiro) onde se encontravam estabelecidos e radicados muitos familiares seus havia quase um século, além de, pelo menos, dois irmãos, António José e José Joaquim, além de Artur (Arthur) que, se não estava já no Rio, viria a juntar-se-lhes no primeiro ou segundo anos seguintes. Deste casamento teve um único filho, António, tendo enviuvado poucos anos depois. Anos mais tarde, António viria a tomar conta do estabelecimento e negócio do seu pai.

Ainda no Brasil, viria a contrair o seu segundo matrimónio com Ilídio Machado, ele próprio de naturalidade portuguesa e um quase-vizinho (natural de Figueiredo - Amares), de quem teve 4 filhos, Saturnina Emanuela, Judite (Judith), Mariazinha e Carlos, passando o seu nome de casada a ser Ricardina Vieira (Barbosa) Machado.

Por volta de 1920, empreendeu um "regresso" a Portugal, onde tinham propriedades, de quase 20 anos, trazendo consigo oa/as filhos e ainda a sobrinha António Amélia, de quem se constituira tutora após a morte do seu irmão Arthur :O marido Ilídio continuava no Brasil a gerir os seus negócios, Retrato da "Tia Ricardina" já regressada ao Brasil e com as filhas Judite (Judith) e Mariazinha deslocando-se a Portugal quando podia para estar com a família. Durante estes anos de "regresso" viveu em Figueiredo - Amares, tendo regressado regressando ao Brasil por volta de 1936. 

 Retrato da "Tia Ricardina" com as filhas Judite (Judith) e Mariazinha, todas já regressadas ao Brasil